Paráxeni - 05 - Primeira Derrota

"   Os pés tocavam o solo da Acaia, poeira subia na corrida, e cinquenta Espartanos caíam sobre os Pátricos. As capas esvoaçavam no ar, os escudos subiam e desciam, conforme os braços se movimentavam, as lanças balançavam numa dança frenética, procurando a carne do adversário."

Paráxeni - 04 - Somos Animais

"A marcha seguia um ritmo acelerado. Todos caminhavam a pé e descalços, porque cada ato simples do dia, da vida, era uma parte do treinamento espartano. Cada jovem carregava seu escudo e sua lança, sua espada e seu elmo, pois fomos ensinados que aqueles que não agüentam o peso de suas armas, jamais poderão agüentar o peso das armas do inimigo."

Paráxeni - 03 - Primeiro Beijo

   "Encaixei a ponteira de ferro na madeira e aqueci o conjunto na chama alta do fogo. Mergulhei couro cru em água fervente, e depois retirei, cortando-o em tiras e amarrando-as próximo à ponta mortal. Então ela estava concluída. Cletarco a examinou, e me disse que a madeira absorveria o suor de minha mão, tornando-a mais resistente e pesada. Quanto mais eu suasse empunhando minha lança, menos eu sangraria sem ela."

Paráxeni - 01 - Pai e Irmão

"O sangue de Despoinída caía no solo, como se fossem as lágrimas que uma vez eu conheci. Mas não havia espaço para lágrimas em minha vida. Não em Esparta.

   E o aperto lhe sufocava, tanto que sua língua buscava ar fora da boca. Os espasmos lhe atingiram, instantes antes da morte, e com as mandíbulas rígidas ele partiu a própria língua. O órgão caiu na areia, em uma mistura de sangue e saliva."

Paráxeni - Prólogo

  "Por instinto apanhei o punhal e me deitei no solo gramado.

   Argonianos. Estavam caçando longe demais de sua cidade, confundiram o garoto com um lobo ou uma lebre. Eles jamais matariam um Espartano por prazer, fosse ele um homem ou um menino."

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